Aos cinco anos, Aleteia foi abandonada no internato Hypatia por um homem que se apresentou apenas como Doutor X.
Nenhuma explicação. Nenhum adeus.
Apenas a promessa de que voltaria quando ela completasse dezoito anos.
Enquanto espera por respostas que nunca chegam, Aleteia é treinada de forma incomum: cultura grega, esgrima, combate, sobrevivência. Como se estivesse sendo preparada… para uma guerra.
Quando finalmente deixa o colégio, ela descobre que sua vida inteira foi construída sobre um segredo ancestral.
Uma profecia esquecida.
Um oráculo que a condenou ao destino.
E um mundo onde os mitos não são histórias — são monstros reais.
Para salvar quem ama, Aleteia precisará enfrentar criaturas que deveriam existir apenas nas lendas: Medusa, Minotauro, Gréias, Cérbero… e forças muito mais sombrias do que imaginava.
Agora, a verdade pode libertá-la.
Ou destruí-la.
Se você ama fantasia, aventura e mitologia grega, prepare-se para atravessar o véu entre o real e o lendário.





















Weslei Rezende –
Confesso que fantasia nunca foi um gênero que me chamou atenção. Normalmente não é o tipo de livro que eu procuro. Mas, por ser da Poliana Nogueira — cuja escrita eu já conhecia e admiro — e por envolver mitologia grega, fiquei curioso para conhecer a história.
E que surpresa maravilhosa foi A Profecia de Aletheia.
A trama é envolvente, bem construída e prende de um jeito que eu não esperava. A mitologia é apresentada de forma acessível, sem ficar confusa, e os personagens têm profundidade e propósito. Em pouco tempo, eu já estava completamente imerso naquele universo.
Posso dizer, sem exagero, que esse livro despertou em mim o gosto pelo gênero fantasia. Terminei a leitura com aquela sensação boa de querer mais — mais da história, mais do universo e mais desse estilo que eu antes ignorava.
Leitura apaixonante e altamente recomendada, até para quem acha que não gosta de fantasia.